January 2010
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To Be/Not To be
psychodelic:
Não é você, sou eu. Não é você, sou eu. Não é você, sou eu. Repito assim, como se fosse um mantra, até que essa coisa deixe de me ser e se torne outra coisa, sem ser eu ou você. Você não é, eu sou.
Depois passa
psychodelic:
Eu sumo. Desapareço. E começam as piadinhas “deixa, ela é assim mesmo”. Uma coisa horrorosa me assusta e eu quero algo que não é nem a minha mãe e nem a minha cama e nem a minha casa. Ainda existe ir embora. Mas da onde? Eu sempre querendo ir embora. Mas pra onde? Quero um colo e um quente e um ombro que nunca conheci. Não é de homem, de amor, de força. O que é isso? Um enjoado que...